OBSERVAÇÕES DE PANOPTIA

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George
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OBSERVAÇÕES DE PANOPTIA

Post by George » Mon Jun 23, 2014 4:34 am

OBSERVAÇÕES DE PANOPTIA
Da Secretária de George Barnard
Distrito de Illawarra, Austrália, 5 de Janeiro, 2014.

Há muitos anos atrás tive a oportunidade de ver parte do nosso planeta irmão, Panoptia – o planeta onde nasceu o meu Professor Samuel. Foi como se tivesse dado comigo a duzentos quilómetros no espaço, a olhar para dois continentes robustos, colados um ao outro por um vasto sistema montanhoso. Justos formavam um enorme super-continente, com uma forma oval alongada, quase de um pólo ao outro. Com o sistema montanhoso a correr desde oeste a este, e com massas de nuvens girando contra as montanhas do norte e do sul, ambos os continentes seriam bem regados.

Agora estava mais próximo, a olhar para alguns rios selvagens que corriam a sul das montanhas, através dos vales até enormes canais feitos pelo homem que eram drenados até ao sudoeste. Pelo tamanho dos canais percebi que eram reservatórios de água, e provavelmente serviam para passagem de barcaças.

Em seguida vi parte do quintal de solo negro do Samuel de à muitos anos. Haviam longas latadas com trepadeiras que tinham frutas em todas as épocas durante o ano de maturação, e eu compreendi que o desenvolvimento desta fruta comestível, contendo muitas proteínas e vitaminas, tinha sido alcançada pelo Samuel, trabalhando em conjunto com Portadores de Vida. Essa fruta, parecida com grandes cerejas de cem gramas, era a alegria e o orgulho do meu Professor.

Desde cerca do ano de 1992 que o Samuel insistiu que era um agricultor e horticultor – um agricultor comum, pensei eu. No momento em que questionei o conhecimento do meu Professor como bioquímico, tive a oportunidade de ver o seu laboratório pequeno mas bem apetrechado. E foi assim, mas vi também o próprio grande homem a partir um pequeno bloco que parecia ter sido compactado a partir de ramagem de plantas, e colocou os pedaços em sulcos como alimento para a terra.

Existe vida por aí! Um dia destes alguém vai reivindicar ter sido o primeiro a encontrá-la. Impagável! Eu estive lá há já alguns anos atrás. :o)

Traduzido por João M.

© Grupo de Progresso 11:11
Não há nenhum tolo mais corajoso em nenhum dos nossos universos,
do que aquele que usa o Nome do Mestre em vão --
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